A Confederação Nacional do Comércio fala em um avanço de 4,3% na comparação com o ano passado, para mais de quatro bilhões e 600 milhões de reais. O crescimento, caso se confirme, deve ser puxado pela melhora da economia, com menos gente sem trabalho e uma inflação menor, na casa de três por cento.
Sem falar na redução dos juros, pelo Banco Central, que facilita as compras de produtos mais caros, como geladeira, televisão e celular, que muita gente compra em prestações. A tendência é que as vendas de eletroeletrônicos, utilidades domésticas, móveis e eletrodomésticos respondam por quase metade do faturamento do comércio na Black Friday.
A CNC ainda fez um levantamento sobre os produtos mais pesquisados pelos consumidores nos dias que antecedem a data. Até por conta do forte calor registrado em boa parte do país, o ar condicionado é o campeão em buscas. Só que, com a demanda maior, os preços subiram três por cento nos últimos dias.
O videogame é outro produto que está mais caro. Por outro lado, antes mesmo da Black Friday, itens como smartwatches, notebooks, fones de ouvido e caixas de som já estão mais baratos.